o Presidente moçambicano afirmou que "é importante perceber que o jogo acabou e esperar o próximo campeonato". Chapo esteve ontem em visita à Angola.

          

Falando sobre os protestos pós-eleitorais que abalaram Moçambique, o Presidente moçambicano afirmou que "é importante perceber que o jogo acabou e esperar o próximo campeonato". Chapo esteve ontem em visita à Angola.

Daniel Chapo falava perante membros da comunidade moçambicana em Luanda, onde regressou como chefe de Estado, 11 meses depois da última visita a Angola, ainda como candidato presidencial, e aludiu aos conflitos pós-eleitorais registados em outubro do ano passado.


Sublinhando que esta não se tratou de uma visita de Estado — a qual será devidamente organizada no futuro, acrescentou —, Chapo aproveitou a ocasião para expressar gratidão ao povo angolano. Dirigiu também palavras de apreço aos moçambicanos presentes na sala de um hotel em Luanda, agradecendo a confiança demonstrada nas eleições de 9 de outubro de 2024.


Lamentou, no entanto, os episódios de violência que frequentemente eclodem após processos eleitorais, não apenas em África, mas também em países como o Brasil e os Estados Unidos.


"Alguns analistas dizem que alguma coisa não está bem com a democracia", enfatizou, afirmando que quis sempre gerir o assunto "de forma pacífica".


Violência não teve a ver com resultados"


Chapo declarou também que a violência pós-eleitoral não teve a ver com os resultados pois havia já um candidato que se declarou vencedor antes da contagem dos votos, bem como manifestações , referindo-se, sem nomear, a Venâncio Mondlane, o candidato do Podemos.


Destacou também que é "importante chegar a consensos e sentar com as pessoas", lamentando que desde 1994, data em que se realizaram as primeira eleições "todas tenham terminado com confusão".


"Alguma coisa não está bem, temos de sentar e debater como irmãos moçambicanos", disse o chefe de Estado comparando as eleições a um jogo de futebol em que todos querem ganhar, mas só ganha aquele que a equipa de arbitragem declarar vencedora.


A FRELIMO, partido de Daniel Chapo, governa Moçambique desde a independência do país a 25 de junho de 1975.



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